Intel Corporation

Morning Call - 23/01/2026 - Intel desaba mais de 13%

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Agenda de Indicadores:
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor


Brasil

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Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 MINDOLG2026

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reforçou ontem que sua única intenção é disputar a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2026, descartando qualquer possibilidade de concorrer à Presidência da República.


Estados Unidos

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Os índices futuros de Nova York — USA500, USATEC, USARUS e USAIND — operam em leve baixa nesta sexta-feira, após o balanço da Intel ser mal recebido pelo mercado e contaminar o sentimento em outras ações do setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, apresenta variação contida, sugerindo cautela, mas sem sinais de estresse mais agudo.

Enquanto isso, os mercados de metais preciosos renovaram máximas históricas, em um ambiente de dólar enfraquecido. O ouro avançou pelo quinto dia consecutivo, a prata saltou 2,8% e a platina também atingiu novos recordes, refletindo a busca por ativos de proteção em meio à deterioração da confiança nos Estados Unidos.

“A fraqueza do dólar reflete uma perda de credibilidade e prestígio dos EUA”, afirmou Kyle Rodda, analista sênior de mercado da Capital.com, em Melbourne. “A alta do ouro é o espelho dessa perda de credibilidade. Existem vários fatores impulsionando o metal, mas, nesta semana, o principal é a erosão da confiança nos Estados Unidos”, acrescentou.

Resultado da Intel

A Intel informou nesta quinta-feira que enfrentou dificuldades para atender à forte demanda por chips de servidores utilizados em data centers voltados à inteligência artificial e apresentou projeções de receita e lucro para o próximo trimestre abaixo das estimativas do mercado. A combinação desses fatores fez com que as ações da companhia despencassem cerca de 13% no pregão estendido.

As projeções reforçam os desafios estruturais enfrentados pela Intel em um setor altamente cíclico, no qual os produtos atuais refletem decisões estratégicas tomadas anos atrás. Embora as ações da empresa acumulem alta de cerca de 40% no último mês, o momento operacional segue pressionado. Recentemente, a companhia lançou um novo chip para laptops — visto como peça-chave na tentativa de recuperar a liderança no mercado de computadores pessoais — justamente em um contexto em que a escassez de chips de memória ameaça limitar as vendas de todo o setor.

Executivos da Intel admitiram que a empresa foi surpreendida pela aceleração da demanda por processadores centrais (CPUs) para servidores, que operam em conjunto com os chips de IA. Mesmo com suas fábricas operando próximas do limite, a companhia não consegue ampliar a oferta desses componentes, deixando de capturar receitas relevantes no segmento de data centers. Ao mesmo tempo, o foco no lançamento do novo chip para PCs tem pressionado as margens de lucro.

Para o trimestre atual, a Intel projeta receita entre US$ 11,7 bilhões e US$ 12,7 bilhões, abaixo da estimativa média dos analistas, de US$ 12,51 bilhões, reforçando a percepção de um curto prazo desafiador para a empresa em meio à corrida global por capacidade em inteligência artificial.

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Europa

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As ações europeias — EURO50, GER40, GERMID50, ESP35, UK100, FRA40, ITA40 e SWI20 — recuam nesta sexta-feira, interrompendo a mais longa sequência de ganhos semanais desde maio, à medida que os traders reavaliam os riscos após o recente agravamento das tensões comerciais envolvendo a Groenlândia.

“Temos observado um aumento generalizado da incerteza neste ano. Mesmo que a questão da Groenlândia pareça temporariamente resolvida, os itraders permanecem cautelosos porque temem que o tema volte ao radar”, afirmou Michael Field, estrategista-chefe de ações europeias da Morningstar.

Os mercados foram sacudidos ao longo da semana depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas a oito países europeus até que Washington fosse autorizado a adquirir a Groenlândia. Embora o presidente tenha recuado posteriormente, citando um entendimento com a OTAN, o episódio reforçou a percepção de que as tarifas seguem sendo utilizadas como instrumento de pressão política.

“Poucos traders comemoraram a desescalada. A forma como o episódio se desenrolou foi vista como um teste desnecessário e imprudente à credibilidade e à coesão da OTAN. A leitura predominante é que se trata apenas de um alívio temporário, e dificilmente será a última crise transatlântica desta administração”, avaliaram estrategistas do Atlantic Council.

No campo macroeconômico, os dados de PMIs indicaram aceleração da atividade nos setores de serviços e indústria da Alemanha e do Reino Unido, enquanto a França registrou desaceleração no setor de serviços, reforçando o quadro de crescimento desigual entre as principais economias da região.


Ásia/Pacífico

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Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram nesta sexta-feira, após o Banco do Japão manter as taxas de juros inalteradas, enquanto o ouro e a prata renovaram máximas históricas em meio à retomada da pressão sobre o dólar americano.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi KOSPI atingiu uma nova máxima histórica e superou a marca simbólica dos 5.000 pontos, consolidando um marco que o presidente Lee Jae-myeung havia prometido alcançar por meio de reformas estruturais no mercado financeiro e mudanças na política tributária.

Em Taiwan, o índice TWSE 50 TW50 liderou os ganhos na região, com alta de 1%, impulsionado principalmente pelas ações da TSMC, que avançaram 0,6%.

Na China, os principais índices — Shenzhen 399001, Hang Seng HSI, China A50 XIN9 e Shanghai 000001 — registraram altas moderadas, movimento que também foi acompanhado pelo índice australiano ASX $ASX:XJO.

No Japão, o Nikkei NI225 subiu 0,8%, apoiado por comentários do presidente do BC, Ueda, e por dados de inflação em linha com as expectativas. Os preços ao consumidor avançaram 2,4% em dezembro na comparação anual, reforçando a percepção de continuidade do crescimento da economia japonesa.


Especial BoJ

O Banco do Japão manteve a taxa básica de juros em 0,75%, decisão amplamente esperada pelo mercado após a elevação de 0,5% realizada em dezembro. O banco reiterou projeções de inflação mais elevadas e reforçou que seguirá atento aos riscos associados à fraqueza do iene e alta dos rendimentos da dívida.

Em coletiva de imprensa, o presidente do banco central, Kazuo Ueda, afirmou que os aumentos salariais recorrentes vêm estimulando as empresas a repassar custos trabalhistas aos preços, fortalecendo o argumento de uma inflação resiliente.

“Com o avanço gradual dos preços e dos salários, entramos em uma fase em que precisamos avaliar se essa dinâmica será mantida e em que ritmo, analisando diversos indicadores antes de decidir sobre a trajetória dos juros”, disse Ueda.

No colegiado, o conselheiro Hajime Takata chegou a propor um novo aumento de juros pela segunda reunião consecutiva. A iniciativa não encontrou apoio entre os demais membros, mas evidenciou um viés mais conservador emergente dentro do Conselho.

Nas projeções econômicas, o Banco do Japão adotou um tom mais construtivo, afirmando que o ciclo positivo entre renda e consumo “deve se fortalecer gradualmente”. A autoridade monetária revisou para cima suas estimativas de crescimento e inflação para os anos fiscais de 2025 e 2026 e manteve a avaliação de que a economia segue em trajetória de recuperação moderada.

Apesar do discurso mais firme, o mercado cambial reagiu de forma volátil. O iene inicialmente se desvalorizou, mas posteriormente registrou um movimento abrupto de valorização, acendendo o alerta entre investidores para uma possível intervenção das autoridades monetárias.

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A ministra das Finanças, Satsuki Katayama, evitou comentar se o ministério realizou verificações no mercado de câmbio após a oscilação da moeda.

No mercado de renda fixa, Ueda adotou um tom mais direto ao abordar a alta dos rendimentos dos títulos públicos japoneses. Segundo ele, o aumento acelerado das taxas de longo prazo está sendo monitorado de perto.

“Os juros de longo prazo estão subindo em um ritmo bastante rápido. Estamos preparados para agir prontamente diante de movimentos excepcionais ou desordenados, em coordenação com o governo”, afirmou, sem detalhar quais instrumentos poderiam ser utilizados.

Desde 2024, o Banco do Japão vem reduzindo gradualmente suas compras de títulos, dentro de um cronograma previamente definido. A instituição reiterou, no entanto, que poderá interromper esse processo ou realizar operações emergenciais de compra caso surjam episódios de estresse extremo nos mercados financeiros.

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